Fundadora da Nattobites segurando uma tigela de nattô
A marca

Pioneira em snacks de nattô para o paladar ocidental

A Nattobites é pioneira no desenvolvimento de snacks de nattô pensados para o paladar ocidental: um trabalho original, construído do zero.

Foram meses de trabalho, entre testes na cozinha e pesquisa acadêmica sobre fermentação, nutrição e ciência dos alimentos, até chegar a um processo próprio: capaz de manter ao máximo as propriedades do nattô tradicional, em receitas de sabores muito mais familiares ao paladar ocidental.

Nosso processo é artesanal e não industrializado, por isso trabalhamos com encomendas e ainda não temos pronta entrega.

01

Propósito

Levar o nattô, um dos segredos da longevidade japonesa, para o dia a dia de quem nunca imaginou colocar esse superalimento no cardápio.

02

Missão

Selecionar os melhores ingredientes e cuidar ao extremo do processo de produção para maximizar os benefícios do nattô: sem química, sem transgênicos, um alimento natural e saudável de verdade.

03

Compromisso com a ciência

Cada alegação que a gente faz tem estudo por trás: sem complicação, sem promessa vazia, sem "cura milagrosa".

Fundadora da Nattobites
Minha jornada

Minha Jornada com o Nattô

Desde pequena, minha mãe comprava e preparava nattô para mim e minha irmã. Eu gostava, mas não amava tanto assim. Já minha irmã amava de verdade, e comia um pote inteiro sozinha, sem arroz, sem ovo, puro, só com cebolinha e shoyu.

Quando virei adulta e saí da casa da minha mãe, comprar nattô deixou de ser fácil. Não existe nattô a preços acessíveis em qualquer região: em São Paulo, se você não está na Liberdade, paga entre 16 e 20 reais por um potinho fresco, ou mais de 20 reais num pacote com 3 porções pequenas congeladas.

Nem lembro quando exatamente, mas assisti a um vídeo sobre os benefícios do nattô comprovados cientificamente que mudou minha relação com o alimento. Entendi o enorme poder do nattô para a saúde e a longevidade, e decidi aprender a fazer o meu próprio.

Fermentar alimentos já era um dos meus hobbies, mas eu fazia coisas bem mais simples: molhos de pimenta, mostarda, chucrute, iogurte. O nattô é outro nível: exige controle fino de temperatura e umidade, o ponto certo de cozimento da soja, além da seleção dos melhores grãos. Foi uma habilidade que levei anos para aperfeiçoar.

Na introdução alimentar da minha filha, conversei com a pediatra, que concordou que o nattô seria uma excelente escolha: um dos alimentos mais saudáveis do Japão, apontado como um dos responsáveis pela longevidade do povo japonês. Pensei: se ela não comer nattô quando bebê, dificilmente vai querer comer depois. Melhor começar agora. E ela amou: nattô com ovo e shoyu virou uma das preferidas dela no café da manhã.

Depois, fechei um ciclo de anos como executiva de estratégia corporativa em um dos maiores varejistas do Brasil. Me dei dois meses para cuidar de mim, sem encostar em computador. Nesse período, me aproximei da família e dos amigos e mergulhei de volta nos fermentados.

Foi nesse mergulho que descobri uma história antiga da minha família: meu bisavô fazia Hoshi Nattô para minha avó. Antes da geladeira, secar o nattô ao sol era uma forma de conservá-lo por mais tempo, e o nattô desidratado ganha um cheiro mais suave e uma textura mais seca. Comprei uma desidratadora (para evitar a radiação solar, que prejudica os nutrientes) e mergulhei em um hiperfoco: criar receitas saudáveis, proteicas e 100% naturais com nattô, para levar esse alimento não só a japoneses e descendentes que cresceram comendo, mas a todo mundo, começando por São Paulo.

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